E AÍ, BICHO?


Gabi

"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante".
 (Albert Schwweitzer - Nobel da Paz – 1952)


FOFO NOVELEIRO

O meu cachorro, Fofo adora a novela, "Êta mundo Bom!". É uma graça ele fica todo o tempo deitado no sofá e, na hora que aparece o burrinho ou o porquinho ele vai pra frente da TV e late.
 A novela começa por volta das 18h20. Por volta das 18h00 ele fica atrás de mim chorando querendo que eu ligue a TV.
 O programa preferido dele é a novela "Êta mundo Bom".

Enviado por: Lou Micaldas


CÃO ASSISTINDO O JOGO

 

Enviado por: Luciana


APRENDA A FAZER CASINHAS COM BACIA PARA CÃES DE RUA NESSE FRIO

Duas bacias grandes de plástico, alguns lacres para fixar uma na outra e um pedaço de cobertor.

Pronto! É só isso que você precisa para montar uma casinha barata para cães de rua enfrentarem esse inverno.

A ideia é de um grupo de protetores dos animais do município de Vitória da Conquista (BA).

Eles espalharam várias casinhas dessas pelas ruas para proteger animais que não têm um lar.

Nelas os animais ficam protegidos do vento, da chuva e ainda são aquecidos pelo cobertorzinho.

Vitória da Conquista é a terceira maior cidade do estado da Bahia e tem uma população de aproximadamente oito mil animais sem abrigo.

Pior: a cidade não possui um Centro de Zoonoses.

Fonte: Sonoticiaboa


GOLFINHOS SERÃO APOSENTADOS E IRÃO PARA SANTUÁRIO NO MAR

Aposentadoria mais do que justa para golfinhos que passaram a vida toda num aquário.

O Aquário Nacional em Baltimore, Maryland, EUA anunciou que vai transferir os animais para um santuário marinho.

Apenas um dos oito golfinhos já nadou no mar. Isso foi em 1972. Os outros já nasceram em cativeiro.
 
Os animais têm faixa etária de sete a 44 anos.

Preocupados com a sobrevivência deles em alto mar, biólogos marinhos procuram locais na Flórida  e Caribe para que os golfinhos possam ser levados. Isso deve acontecer até 2020.

“Não há nenhum exemplo em nenhum lugar e estamos cientes,” disse o coordenador do aquário, John Racanelli disse à Associated Press.

“Estamos abrindo caminho aqui, e nós sabemos que não é nem o mais fácil, nem a opção mais barata.”

A decisão arrancou elogios dos grupos de direitos dos animais e provocou reformas em locais com mamíferos de grande porte como circos, zoológicos, e instalações aquáticas.

Este ano, o SeaWorld  anunciou o fim dos espetáculos com a baleia orca e o Ringling Brothers aposentou no mês passado os elefantes de circo, anos antes do previsto.

Fonte: Sonoticiaboa


POR QUE DEUS CRIOU O CACHORRO?
VÍDEO QUE VAI EMOCIONAR ATÉ MESMO AQUELES QUE NÃO GOSTAM DE CÃES

Mesmo depois de ter criado Eva, Deus achou que Adão precisava de um companheiro. Então, criou o cachorro.

Conta o Livro da Gênese, o primeiro do Antigo Testamento, que Deus criou os céus, a terra e tudo que nela habita em seis dias. No último, foram criados os animais e, por fim, o homem. Acreditar nisto, avaliar que é uma alegoria ou simplesmente entender que tudo não passa de lenda é uma prerrogativa de cada um. De qualquer forma, se for verdade, a criação do cachorro deve ter ocupado mais tempo.

Afinal, o “melhor amigo do homem” foi criado com todo o capricho. É capaz de defender uma casa e brincar com uma criança; conduzir um cego e passar horas ao pé do dono naqueles momentos tristes, apenas para levantar o astral.

O cachorro é um exemplo perfeito de dedicação: ele ama, mesmo quando corre o risco de ser expulso pelo mau humor da família. Ele é fiel, mesmo que traiam a sua confiança ou tratem-no de forma injusta: quantos cães são abandonados nas ruas e estradas, não é mesmo?

A criação dos cachorros

Ainda de acordo com a tradição judaica, a criação divina aconteceu na seguinte ordem: a luz; o firmamento (o céu); as águas separadas do elemento seco, que passou a fornecer plantas; o Sol, a Lua e as estrelas; os peixes e aves; as demais criaturas vivas (incluindo o homem).

O cachorro, porém, é um ser à parte. E, uma vez que Deus descansou no sétimo dia (conforme narrado no texto bíblico), a criação do nosso companheiro deve ter sido posterior. Existem pessoas que gostam de cães (a maioria). Outras não gostam. Consideram-no servil demais.

Bad dogs – Cães que as algumas pessoas dizem ser do mal

Certamente, existem “maus” cachorros e alguns deles, às vezes, cruzam o nosso caminho. Mas serão estes cachorros realmente ruins? Se uma criança humana – um ser racional, como gostamos de classificar a nós mesmos – que recebe uma educação inadequada pode se tornar um adulto perverso, o que dizer de um animal, que só pede água, comida e carinho?

Alguns legisladores pretendem banir algumas raças, porque são extremamente violentas (e quero crer que eles são bem intencionados em seus atos). No entanto, basta olhar um pouco para trás: o simpático buldogue inglês foi desenvolvido para lutar com touros! Depois disto, vieram os dobermanns, bull terriers, pitbulls. A culpa é dos cachorros ou dos criadores?

Na verdade, as raças caninas criadas para serem violentas tiveram dois caminhos: a extinção ou a “conversão para a docilidade”. Mesmo que nós queiramos transformá-los em verdadeiras máquinas de matar (e alguns cachorros foram convocados inclusive para lutar em guerras), a fidelidade e a constância – em uma palavra: o amor – sempre fala mais alto.

Deve ter sido por isto que Deus criou o cachorro: para servir incondicionalmente (sem esperar recompensas), para brincar, fazer companhia, ficar triste quando estamos tristes. É claro, um afago e um petisco nos momentos certos não fazem mal a ninguém.

Às vezes, um cachorro usa os dentes – afinal, são as suas armas de ataque e defesa. Alguns cães chegam a morder o próprio dono. Mas qual seria a motivação para este “ato selvagem”? Um cachorro bem treinado não faz mal a ninguém – a não ser, talvez, a algumas almofadas e pés de mesas.

Às vezes, um cachorro rouba comida, mas isto não é maldade, é instinto. Às vezes, ele mata um passarinho, mas, uma vez mais, é instinto. Com toda a nossa racionalidade, nós ainda nos deixamos levar pelas ferramentas com que a natureza nos dotou, o que se pode reprovar na conduta de um cãozinho (ou canzarrão)?

Às vezes, um cachorro irrita: ele faz xixi no tapete, rosna para o gato, persegue o carteiro. No entanto, o estímulo para tais atitudes (necessidades fisiológicas à parte) foi dado por nós mesmos. Dos cachorros, exigimos vigilância, defesa, trabalho – além de servir de olhos para cegos, eles conduzem trenós, atuam em operações policiais, trabalham como terapeutas em hospitais, resgatam acidentados e muito mais (a lista é longa, não caberia aqui).

Além disto, eles adoram estar ao nosso lado. Gostam de correr no parque atrás de uma bola ou até mesmo de um graveto, sentir o vento quando colocam a cabeça para fora da janela de um carro em movimento, dormem aos nossos pés (ou de conchinha, tudo depende das predileções dos donos), brincam com uma borboleta, uivam para a Lua… E, depois disto, viram o pescoço em nossa direção, como se estivessem pedindo que aprovássemos todas estas atitudes.

Já está cientificamente comprovado, com exames, testes e observações de conduta: os cachorros amam os humanos. Talvez tenhamos sido feitos uns para os outros. O que não pode ter comprovação, porém, é a criação. Contudo, se existe Deus – e eu acredito nisto, qualquer que seja a expressão da divindade –, ele reservou um momento especial para criar este amigão, que não guarda mágoa nem rancor, mesmo quando nós expomos as nossas piores facetas.

Mas por qual motivo tanto foi escrito sobre a criação e existências dos cães? Para que você reflita e logo após veja este vídeo incrível, com legendas em português, emocione-se e veja o quanto especial são nossos melhores amigos.

 

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=GTeLPzEuj74
Enviado por: Janete Rodrigues Ribeiro


OUTONO/INVERNO: OS CUIDADOS COM OS BICHOS NESTAS ÉPOCAS DO ANO

Assim como os humanos, os animais também ficam mais suscetíveis às doenças respiratórias no inverno

Com a chegada do frio, os animais precisam de alguns cuidados especiais. Não é porque possuem pelos, que eles não sentem frio e estão imunes a doenças.  “As pessoas devem entender que animais também sentem frio, alguns mais do que outros. Cães de pelo curto e magros, como pinscher, boxer, whippets e SRD de pelagem curta, sentem mais frio. Animais de pelagem longa ou com pelos e subpelos, como os pastores, akitas, huskys e chow chow, possuem uma proteção natural”, explica a Dra Elaine Pessuto, médica veterinária e coordenadora do curso de auxiliar veterinário do CETAC – Centro de Ensino e Treinamento em Anatomia e Cirurgia Veterinária.

Ainda segundo a veterinária, nos dias e noites com baixas temperaturas é preciso abrigar os animais do vento, chuva e frio. É importante colocá-los em casinhas ou canis que não recebam vento de forma direta. Alguns animais gostam de cobertores e edredons, mas outros destroem, então uma alternativa é colocar pellets de madeira ou plástico que fiquem distantes do solo cerca de 5 cm; outra opção são os tapetes de borracha que podem ser fixados diretamente na madeira para isolar a friagem e manter o ambiente mais quente.

“Muitos cães gostam de roupas, inclusive cães de grande porte, mas é sempre bom testar antes, verificar se eles não vão rasgar as roupas ou ainda se não possuem alergia. Para descobrir, basta colocar a roupa e deixar por algumas horas, retire e verifique principalmente na região das axilas; se ela estiver vermelha e o animal tentando coçar, pode significar alergia ao tipo de tecido, na maioria das vezes é só trocar por um tecido natural, mas se a coceira ou a vermelhidão persistir recomendo abolir a ideia de deixar o animal com roupa”, salienta a veterinária.

Assim como os humanos, os animais também ficam mais suscetíveis às doenças respiratórias no inverno. A principal delas é a traqueobronquite infecciosa canina (popularmente conhecida como gripe canina ou tosse dos canis), doença que causa tosse seca como se o animal estivesse engasgado e está associada a infecções virais e bacterianas. Em relação aos gatos é importante ficar estimulando a ingestão de água, que sempre fica diminuída no inverno, pois eles ficam mais tempo dormindo, e com isso pode aumentar a possibilidade de problemas urinários.

“A traqueobronquite infecciosa, é como a gripe de gente; pegamos através do contato direto com indivíduos infectados e principalmente em ambientes fechados. O nosso inverno é frio e seco, assim as mucosas nasais e orais ficam ressecadas e a proteção natural diminuiu, por estar frio mantemos o lugar fechado e com menos ventilação assim fica mais fácil do agente infeccioso se instalar. Animais que frequentam hotéis, creches e banhos e tosa são mais suscetíveis por estar em ambientes fechados com outros animais e, como a nossa gripe, a deles também é altamente contagiosa”, revela.

Ainda segundo a dra. Elaine, toda gripe pode se tornar perigosa, principalmente em indivíduos jovens (filhotes) e idosos, assim qualquer sinal de problemas ela recomenda que o animal seja levado imediatamente ao veterinário. Os sinais são tosse, que em cães parece um engasgo, coriza ou secreção nasal purulenta (catarro), além da diminuição de apetite.

Outra situação que requer atenção é no caso de animais com problemas ortopédicos ou que possuem implantes metálicos. Nessa época do ano, devido ao frio, é comum apresentarem dores mais intensas.

Durante o inverno a frequência dos passeios e caminhadas diárias as quais o pet já está acostumado não devem ser alteradas. Pacientes adoentados, animais com problemas respiratórios, ortopédicos ou gripes devem evitar passeios durante os dias mais frios, já os demais podem sair para suas caminhadas habituais desde que devidamente agasalhados.

Nos meses mais frios a água do banho deve ser morna e as orelhas devem ser bem protegidas com algodão, de preferência parafinado.  “O animal não deve ficar molhado. Sempre secar com o auxilio de secadores e toalhas, e sempre longe do vento”, ressalta a veterinária.

Cuidados durante a secagem do pelame também devem ser observados, como a temperatura do secador, que não deve ser muito quente a ponto de causar um choque térmico quando o animal sair à rua, ficando exposto ao frio e ao vento.

Fonte: http://maisexpressao.com.br


EMPRESÁRIO VAI BANCAR HOSPITAL VETERINÁRIO PÚBLICO

O bilionário gaúcho Alexandre Grendene vai investir R$ 6 milhões para construir mais um hospital veterinário público do País.

O prédio será levantado em 10 meses onde atualmente fica a Unidade de Medicina Veterinária da Seda, na Lomba do Pinheiro, em Porto Alegre, RS.

Ele terá 1,6 mil m², com cinco salas de cirurgia, UTI, setor de quimioterapia, banco de sangue e laboratórios.

Até 150 animais domésticos poderão ficar internados, e o espaço de triagem será para 120 bichinhos.

O empresário só fez um pedido, que o local seja chamado de Unidade de Saúde Animal Kate, uma bichon frisé inseparável do casal Alexandre Grendene e Nora Teixeira.

O dinheiro

Grendene vai pagar toda a verba de construção e de equipamentos do espaço. Depois da obra pronta, a gestão ficará a cargo da prefeitura e de uma equipe de estudantes veterinários de universidades.

A deputada Regina Becker Fortunato foi quem deu a ideia à família Grendene.

Envolvida com a Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), Regina conta que o espaço atenderá gratuitamente os animais de proprietários em vulnerabilidade social – pessoas que estão inscritas no Bolsa Família ou com cadastro no NIS – e animais de rua que chegarem pelas protetoras da Seda.

“Essa visão deles para a causa, estendendo a ajuda ao poder público de Porto Alegre, está levando a uma mudança radical na postura das pessoas e contagiando outros municípios do Estado e do Brasil”, disse Regina.

Em São Paulo

Em funcionamento há dois anos o Hospital Veterinário Público de São Paulo é administrado pela Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) em parceria com a Associação Nacional de Clínicos Veterinários de Pequenos Animais (ANCLIVEPA).

Há duas unidades disponíveis no município, uma localizada na Zona Norte e outra na Zona Leste da cidade.

Fontes: ZeroHora e SóNotíciaBoa


A PAIXÃO PELO CAVALO ANDALUZ

Andaluz é uma das mais antigas raças de cavalo, descendente do cavalo Espanhol, e figura entre os mais influentes ao longo da história. É possível que o cavalo Andaluz seja o mais antigo cavalo de sela.

Muitos exemplares destes cavalos eram utilizados em diversas cortes na Europa com grande prestígio. Por sua característica elegância no trote e seu bom temperamento, são bastante utilizados, hoje em dia, para o adestramento de competição e também no cinema. Através de amostras em pinturas rupestres é possível estabelecer a prensença destes cavalos na Europa desde a pré-história.

Em tempos mais antigos eram amplamente utilizados como montaria de guerra, principalmente devido por ser uma montaria leve e ágil. Mais tarde, no entanto, com o desenvolvimento das pesasdas armaduras medievais esta raça de cavalos acabou sendo substituída por outras mais capazes de suportar maior peso.

O cavalo Andaluz deu origem a maioria das raças modernas, como o Puro Sangue Inglês, entre outras. Embora não esteja entre os cavalos mais velozes, o cavalo Andaluz é atlético, ágil, forte e resistente.

O cavalo Andaluz é uma raça de cavalo nobre e dócil, com temperamento vivo, originária da Penínsulo Ibérica, mais especificamente da região da Andaluzia, na Espanha, e do Alentejo, em Portugal. Quando criado em Portugal, o cavalo Andaluz é hoje denominado Puro Sangue Lusitano. Já os exemplares criados na Espanha são hoje conhecidos como Raça Pura Espanhola, ou Puro sangue Espanhol. Foi, durante muito tempo, uma das raças de cavalos mais apreciadas mundialmente, especialmente por seu porte e notável aptidão pelas disciplinas da Alta Escola.

Enviado por: Nilce Tacuchian


POR FAVOR, ACARICIE O GATO

 

Enviado por: Yna Beta


GATINHA RESGATADA POR HUSKY VIRA PARTE DA FAMÍLIA

Lições da natureza!

Veja como a família da foto acima vive em harmonia… e olha que são 3 cães e um gato!

Tudo começou quando Lilo, uma husky siberiano, levou uma gatinha de rua para casa.

O instinto maternal fez a cachorra tratar a pequeno gata como se fosse seu filhote.

Resultado: a gatinha, chamada Rosie, cresceu achando que fazia parte da família de cães de trenó.

Sete meses depois a família está famosa…caminha junta pelas ruas e tem páginas no Facebook, Twitter e Instagram de Lilo, esta com mais de 180 mil seguidores.

 

 

Fonte: sonoticiaboa
Enviado por: Sonia Regina


GATINHA AMAMENTANDO PATINHOS

 

Enviado por: Maria Regina


BICHOS CURIOSOS

Peripécias praticadas pelos bichos:

 

Enviado por: Marlene Silva


COMO COMBATER PULGAS E CARRAPATOS EM CÃES?

 

Enviado por: Maria Júlia


GATO ENGARRAFADO

 

Enviado por: Oscar Moreira


VETERINÁRIOS ALERTAM QUE TRATAR BICHOS COMO GENTE PODE CAUSAR PROBLEMAS

Não se trata da privação de carinho, mas é preciso estabelecer limites.
A imposição é fundamental para uma boa convivência em casa.

Muita gente não mede esforços para dar uma vida boa para os bichinhos, só que às vezes, a coisa pode sair do controle e quando a gente vê, está tratando o cachorro, o gato, como gente.

Ninguém está dizendo que não se deve dar carinho para os bichinhos, mas é preciso ter limite para uma relação saudável com o animal de estimação.
Cori chegou para a família de Lígia de Lima há oito anos. “Ela é tudo, a Cori é o xodó da casa, a gente brinca que ela é a caçulinha. Ela acompanha tudo e a gente se programa também em função dela, sempre".

Cori é levada em conta também na hora de fazer o orçamento da casa. Por mês, se ela não precisar de cuidados extras, são necessários uns R$ 200.

Apesar de todo o cuidado e carinho, o tratamento na casa de Lígia é bem mais comedido do que na casa de Camila de Lucena. Lana e Rurick têm caixas de roupas, fantasias de tudo que é cor e modelo. Eles têm óculos e outra caixa guarda só as gargantilhas e coleiras. “Eu compro roupinha, tudo o que eu acho fofinho eu compro. Melhorei bastante, mas já cheguei a gastar R$ 500 por mês comprando gargantilhas”, diz.

Quem tem um cãozinho sabe como são o apego e o amor por eles, mas os veterinários alertam: os animais não podem ser tratados como se fossem gente. Isso é prejudicial para todos.

Este é um dos principais cuidados que devem ser tomados pelos donos de cães, explica Cleber Felizola, médico veterinário e criador de beagles e buldogs. “Você não está recebendo um filho em casa. Isso pode parecer meio rude, mas a pior coisa que a gente pode fazer para um animal é tratá-lo como gente porque, psicologicamente, ele vai ficar completamente sem saber se ele é um cachorro ou uma pessoa. Tem que lembrar, ele é um cão, e um cão não é para dormir na cama, não é para comer na mesa junto com as pessoas, ele tem que ter o ambiente dele, o espaço reservado e sempre muito cuidado com a questão de higiene”, explica.

A imposição de limites é fundamental para uma boa convivência em casa.

“O cão é um animal que sempre viveu em matilha no seu estado selvagem, ainda como os lobos, então ele é um animal que precisa de um líder. Se você em casa, que é a matilha dele, que é a família, não colocar, não mostrar para ele quem é o líder, ele vai assumir essa liderança e aí vai fazer o que quiser e vocês terão que obedecer. Aí virão todos os problemas possíveis e imagináveis”, pontua o veterinário.

Fonte: http://g1.globo.com
Autora: Giovana Teles


MILITAR FAZ TATUAGEM COM CINZAS DE LABRADOR QUE SALVOU TROPA

O cão salvou dezenas de vidas após farejar bombas no solo de Sangin, no Afeganistão  

O militar Dave Heyhoe prestou uma linda homenagem ao melhor amigo Treo, labrador que dividiu histórias de guerra enquanto serviram o exercito britânico no Afeganistão. Aposentado há 46 anos o militar tatuou uma patinha e um poema em memória do cão, morto em outubro do ano passado. O tatuador Paul Cutler, do estúdio Bubbleegum Ink, misturou as cinzas de Treo na tinta utilizada para fazer a tatuagem.

O cão e o Dave se conheceram no exército em 2005, o companheirismo durou após a aposentadoria de ambos, em 2010, quando passaram a morar juntos. Treo não era um cachorro comum: em 2008 advertiu as tropas ao farejar bombas escondidas no solo de Sangin, no Afeganistão.

O labrador recebeu a medalha Dickin, por ter salvado dezenas de vidas, versão para animais da cruz Vitória, mais alta condecoração militar por serviços prestados ao Reino Unido. Na tatuagem, abaixo da patinha, o “63 DM” faz referência à medalha de Treo.

Dave também lançou um livro sobre seu melhor amigo. Ele falou ao “The Sun” sobre seu amor pelo animal: "Pessoas podem achar estranho, mas Treo era como meu filho. Nós vimos mortes, explosões. Tê-lo comigo tornou tudo mais suportável. Com essa tatuagem eu sinto como se ele estivesse ao meu lado, onde ele realmente deveria estar".

Fonte: Jornal O Povo
Enviado por: Marília


SEPARADO DE FÊMEAS, PEIXE-BOI 'GARANHÃO' GANHA NOVO LAR PARA CURAR DEPRESSÃO

O peixe-boi Netuno reinava sozinho no oceanário da Ilha de Itamaracá, em Pernambuco, mas, separado das fêmeas, perdeu peso e entrou em depressão.

Para curá-la, o Centro de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Aquáticos (CMA), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), decidiu levar o peixe-boi, que tem 25 anos e pesa 420 quilos, para uma espécie de retiro em um recinto de adaptação no leito do Rio Tatuamunha, em Porto das Pedras, no litoral norte de Alagoas.

Ali Netuno deve permanecer pelo resto da vida. Como não tem capacidade de voltar à natureza, pela grande afinidade com pessoas, o peixe-boi será usado para trabalhos de educação ambiental. Ele também ficará isolado porque indivíduos soltos no litoral alagoano são alguns dos seus 15 filhotes.

A decisão foi tomada pensando na conservação da espécie, explica à BBC Brasil Fabia Luna, chefe da CMA.

"Não podíamos deixar Netuno junto com as fêmeas pois isso poderia gerar filhotes com problemas devido ao alto grau de consaguinidade. Ele, inclusive, já reproduziu com uma das filhas dele", assinala Fabia.

"Se não tomássemos essa medida, com o passar do tempo, a população de peixes-boi poderia se extinguir por si só por defeitos genéticos. Exemplos disso são machos sem qualidade de esperma ou fêmeas que não conseguem cuidar dos filhotes", acrescenta a especialista.

Fabia diz acreditar que Netuno poderá curar a depressão no novo lar.

"Em Itamaracá, ele vivia em uma espécie de piscina. Agora, em Alagoas, ele passa a viver uma área cercada, mas com características semelhantes a um mangue, com água natural", explica.

Netuno foi levado para o novo lar na semana passada. A operação de translocação (transporte), realizada em sua maior parte durante a madrugada, durou 12 horas e mobilizou 40 técnicos. Outro peixe-boi-marinho, Zoé, também foi transferido para Alagoas. Os animais foram transportados em dois caminhões do tipo Munk (providos de guindastes).

Atualmente, o peixe-boi-marinho corre risco de extinção. Estima-se que no Brasil só haja entre 500 a 1 mil exemplares da espécie, do Amapá a Alagoas.

Fonte:
Enviado por: Maria Luiza


COMO LOBOS MUDAM RIOS

 

Enviado por: Janete Rodrigues Ribeiro


MENINO VAI ADOTAR GATO E ENCONTRA VELHO AMIGO PERDIDO

O pequeno Ronnie Cockroft, de cinco anos, caiu em lágrimas de alegria ao reencontrar seu gato de estimação, Phoenix, 18 meses depois que ele desapareceu de sua casa em Littleover, Derbyshire.

Desolado com o sumiço do bichinho e sem mais nenhuma esperança de poder revê-lo, o menino tinha ido com a mãe até um abrigo adotar um substituto para Phoenix quando deu de cara com seu velho amigo.

Em uma incrível coincidência, Phoenix estava ao lado do outro gato, Orlando, que seria adotado pela família.

“Nós fomos até o abrigo para escolher um novo gato, depois de um ano e meio de sofrimento, ele [Ronnie] já havia desistido, estava realmente triste. Foi então que vimos Phoenix e Ronnie se encheu de felicidade, gritando e chorando de alegria”, contou a mãe do menino ao Daily Mail.

Segundo os responsáveis pelo abrigo, uma pessoa encontrou Phoenix na rua perdido e, apesar de possuir michoship, o endereço não estava atualizado e, por isso, não conseguiram localizar a família.

Felizmente, por uma ironia do destino, o gatinho pode voltar para sua verdadeira casa.

Fonte: www.sonoticiaboa.com.br


CUIDADOS COM OS CÃES EM DIAS MUITO QUENTES

Em dias muito quentes e abafados, as pessoas procuram aliviar a sensação de calor com roupas leves, banhos, bebidas geladas, etc.. Mas você já parou para pensar como se sentem os cães nesses dias? Recobertos pela pelagem, seria como se você estivesse vestindo um casaco de inverno em pleno verão... Por esse motivo, devemos tomar alguns cuidados com nossos animais durante as épocas quentes.

Cães e gatos, além da pelagem, que piora a sensação de calor, não possuem glândulas de suor, ou seja, eles não suam como as pessoas. O mecanismo da sudorese faz com que a temperatura do organismo diminua. Sem esse recurso, os animais ficam de boca aberta no calor, ofegando, isto é, fazendo com que o ar frio entre e resfrie seu corpo. Quanto mais ofegantes estão, mais calor estão sentindo.

Com essas 'desvantagens', dá para concluir que os animais podem passar maus momentos com o calor extremo. As raças de cães muito peludas e adaptadas a invernos rigorosos sofrem ainda mais, pois além da pelagem e a falta de glândulas de suor, possuem uma camada de gordura sob a pele, para protegê-los do frio.

Para garantir o bem-estar dos animais no verão, passamos algumas dicas:

1. Deixe água fresca e, se possível, resfriada (não gelada), no bebedouro do cão. Vá trocando durante o dia. Alguns cachorros costumam bater as patas dentro do recipiente de água para se molharem quando está calor. Não há problemas nisso, mas observe sempre para que o cão não fique sem água.

2. Não passeie com o animal nos horários quentes do dia. Além do calor, ele pode queimar as patas no piso. Leve-o para a rua em momentos mais frescos (início da manhã e final da tarde) e ande em lugares sombreados.

3. JAMAIS deixe o cão preso dentro do carro, mesmo se os vidros ficarem semi abertos. O animal pode superaquecer e passar mal.

4. Não use focinheiras fechadas para passear com o cachorro. Se tiver que utilizá-las, opte por modelos arejados que permitam que o cão fique com a boca aberta em seu interior.

5. Se a raça de seu cão pode ser tosada, diminua bastante a pelagem dele durante o verão. Nessa hora é mais importante o bem-estar de seu animal do que a beleza.

6. Quem mora em regiões quentes nunca deve optar por raças adaptadas ao inverno (Husky siberiano, Malamute do alaska, Bernese, etc..). Mas se já fez essa escolha, seu cão pode necessitar de ar-condicionado ou ventilador no verão para suportar o calor, caso esteja extremamente ofegante. Aqui não se trata de "cuidar de bicho como gente" e sim adequar a temperatura ambiente àquela que o animal possa suportar.

7. Observe que o local onde o cachorro fica tenha sempre uma parte sombreada durante o dia, independente da casinha de cachorro. Esta é um local extremamente quente para o cão ficar sob o sol.

8. Atenção especial para cães que adoram a água, como os labradores. Eles podem entrar em piscinas para se refrescarem e não conseguirem sair depois, o que causa afogamento.

9. Se o seu cão estiver extremamente ofegante num dia quente, dê um banho frio para diminuir sua temperatura. Ou molhe seu corpo para refrescá-lo.

10. No caso das aves, deixe uma vasilha rasa com água, para que o pássaro possa tomar banho e se refrescar. A gaiola deve ficar sempre à sombra.

11. Pequenos roedores como hamsters podem sentir muito calor no verão. Deixe a gaiola num local fresco, sombreado e arejado durante o dia.

Os sinais que nos mostram que o animal está com muito calor são bem fáceis de observar: boca aberta e respiração ofegante, deitar-se em locais com piso frio com as patas traseiras abertas, beber muita água (nos dias quentes) e procurar sempre a sombra. Garanta que o verão seja uma época agradável para o seu melhor amigo.

Autora: Silvia Parisi
Médica veterinária (CRMV SP 5532)
Enviado por: Carla


CRIANÇA CONSOLA BEAGLE QUE QUEBROU SUA TIGELA: ASSISTA!

O vídeo de carinho e paciência de uma garotinha com seu cãozinho beagle estão emocionando o internauta – e ensinando muita gente a educar seus animais domésticos.

A gravação foi feita mês, este depois que o cãozinho Charlie derrubou sem querer e espatifou a tigela com cereais da menina.

Dependendo da criança, ela poderia gritar ou até bater no animal, mas Laura foi imediatamente consolar o cachorrinho.

Ele já estava com aquela cara “ih, fiz besteira”, quando a garotinha abraçou o cão e carinhosamente “repreendeu” o beagle: o melhor jeito de ensinar o cãozinho a como se comportar.

Assista, essa cena linda:

 

Enviado por: Maria Lucia


GABI

Ela estaria aqui, ronronando no meu colo, enquanto escrevo a coluna (uma outra coluna, claro)

Como tantos filhos cujos pais se separaram, eu e minha irmã ganhamos um animal de estimação. Meus tios viram filhotes de cachorro à venda numa barraca da Domingos Ferreira e, de noite, nos levaram à casa do feirante para escolher um. Da pequena matilha, uma menina meio pinscher meio fox terrier se insinuou para nós. Foi batizada de Kelly e tornou-se nossa amorosa companheira por bons 15 anos.

Pouco tempo depois, minha irmã viu um gatinho tigrado abandonado debaixo de um carro na Bolívar. Entre as lendas que cercam a convivência entre cães e gatos e o risco real que o bichinho corria em meio aos pneus de Copacabana, ela decidiu resgatá-lo. Depois de certa confusão sobre seu sexo, durante a qual o chamamos de Bruna, foi batizado de Bozó. A ideia era achar quem o adotasse. Kelly o adotou. Viveu 17 anos.

Quando Bozó morreu, eu já não morava com ele. Estava casado, noutro bairro, e acompanhei pelo telefone a minha mãe e a minha irmã tomarem a difícil decisão de sacrificá-lo. Depois da Kelly, morria o meu outro melhor amigo. Jurei que não queria mais ter animais para não ter de passar de novo pela imensa dor de perdê-los. Diante da perspectiva das tristezas, eu renunciava às alegrias. A metade vazia do copo, sempre.

O fato de minha primeira mulher ter medo de animais ajudou-me a manter essa decisão. A alegria da chegada de nossa filha fez-me esquecer completamente o assunto. Porém, tal qual o casamento dos meus pais, o meu também acabou. E nem a solidão da solteirice e da paternidade à distância me fizeram voltar atrás. Animais, nunca mais.

Comecei a namorar. A moça decidiu dar uma gatinha às filhas. Comprou uma siamesa e batizou-a de Gabi. Não deu muito certo no propósito de fazer companhia às meninas. Parece que a raça não se entende com crianças pequenas. Gabi chegou-se foi à adulta. Fosse como fosse, eram as quatro mulheres lá, em Icaraí. Eu cá, em Laranjeiras.

Um dia, porém, eu e minha namorada decidimos nos casar. Vieram ela, as duas filhas e, naturalmente, a Gabi, então com pouco mais de dois anos. Sou quase um Francisco de Assis. Sempre tive facilidade com animais. Não foi difícil para a Gabi me adotar. Lembrei-me comovido do Bozó e de por que os egípcios veneravam os gatos. “Você paparica demais essa gata!”, brincava minha mulher, que também a adorava.

A contemplação da Gabi tornou-se a nossa religião particular. A inteligência, a graça, os olhos muito azuis, a máscara e as luvas pretas... Sua personalidade forte — que as nossas três pequenas detratoras chamavam de “maus bofes” — não nos deixava considerar a sério a hipótese de acrescentar outra divindade peluda ao nosso templo. No entanto, quando a Gabi já tinha quase oito anos, uma amiga precisou achar lares para uma ninhada. Receosos, adotamos um tigrado ruivo e magricela, que chamei de Tigre.

Gabi não só aceitou o Tigre como deixou que ele sugasse suas tetas sem leite. Aberta a porteira, com o passar dos anos, adotamos o Gaudí, gordinho branco de pelo longo, focinho cor de coco queimado, e acolhemos o Bartók, gordinho preto com manchas brancas na barriga e nas axilas. Minha mulher praticamente transformou em hobby as fotografias dos quatro gatos. Eu pensava em Picasso. Els Quatre Gats.

De manhã cedo, um a um, vinham nos dar bom-dia na cama que tomávamos emprestada deles. Se alguma vez na vida eu tive a consciência de estar sendo feliz foi nessas manhãs. Contudo, diferentemente da felicidade pura e simples, da qual se goza e ponto, a consciência de estar sendo feliz arrasta a percepção de que a felicidade acaba. Passei os últimos anos assombrado por essa inevitabilidade biológica.

Aquela nossa felicidade matinal acabou há quase dois meses. Gabi morreu, perto de fazer 19 anos. Teve uma vida longa e, tirando a derradeira semana, uma vida boa. Foi elegante até o final. Partiu quando pegamos no sono. Desde então, não há um único dia em que eu não chore de saudade. Ela estaria aqui, ronronando no meu colo, enquanto escrevo a coluna (uma outra coluna, claro). Ou ali, dormindo na poltrona. No máximo, na porta do escritório, miando para entrar. Ela era a minha companheira de trabalho.

Pergunto-me qual o propósito de um texto assim, texto que não me sentia pronto para escrever até a última sexta, quando li a “cachorreira” Zélia Duncan prantear a morte de Doralice, siamesa de 16 anos. A Cora Rónai e o Artur Xexéo também já homenagearam seus entes queridos e peludos. Noutras folhas, lembro-me de uma crônica antológica do Carlos Heitor Cony, chorando sua cadela Mila, de 13 anos. Trata-se quase de um gênero literário, uma narrativa de encontro, encantamento e despedida.

Ocorre-me que para esse luto sem velório, obituário ou anúncio fúnebre, para essa dor terrível, mas que afeta diretamente apenas um indivíduo, um casal, no máximo uma família, para essa saudade sem expressão social, um texto assim é o modo de comunicar à praça: ei, a Gabi existiu, eu a amava, e fomos muito felizes juntos.

Fonte: Jornal O Globo
Autor:
Arthur Dapieve


GOLFINHO DEVOLVE CELULAR QUE CAIU NA ÁGUA. ASSISTA!

Lindo, inteligente e gentil.
Um golfinho recuperou e entregou o telefone celular que uma garota deixou cair na água.
Imagine o pânico da garota quando aconteceu o incidente!
Mas o golfinho que estava por perto foi incrível.
Ele mergulhou, pegou o smartphone e entregou nas mão da garota!
A jovem é modelo e dançarina do time de basquete Miami Heat.
Teressa Cee, estava nas Bahamas para uma sessão de fotos quando aconteceu o incidente.
Veja a felicidade da modelo e como é lindo esse golfinho:

 

Fonte: Sonoticiaboa


O MACACO E O CACHORRO

 

Enviado por: Yna Beta


DENTISTA RECONSTRÓI BICO DE ÁGUIA ATINGIDA POR TIRO

Veja como tem gente boa trabalhando pra melhorar a vida nesse mundo!
Moradores da cidade de Tofino, que fica em Colúmbia Britânica, no Canadá, resgataram uma águia-careca que teve parte do bico dilacerado por um tiro.
A ave foi socorrida, mas corria risco de ser sacrificada porque nem os veterinários não sabiam como ajudar. E sem o bico ela não teve como se alimentar.
Até que entrou em cena o dentista Brian Andrews, que enxergou um modo de salvar a águia.

Longe das modernas próteses impressas em 3D, ele trabalhou artesanalmente.
Tirou um molde do bico usando cera, para que o técnico dentário Fred Leak pudesse fazer a prótese!
A ideia deu certo e a águia pôde finalmente receber o novo bico.

Se há quem maltrate animais, também existem, por outro lado, os que mudam o rumo de histórias que seriam tristes.

A recuperação da águia foi um sucesso!

Fonte: http://sonoticiaboa.com.br


PRIMEIRA LIÇÃO DA NATAÇÃO

 

Enviado por: Zeca Noronha


GATOS AJUDAM DONOS A SEREM MAIS SAUDÁVEIS

Sabe o ronrono dos gatos?
Aquele ruído contínuo, usado na comunicação dos felinos, pode fazer bem para o homem.
Ele acontece num intervalo especial de super-vibração e tem potencial terapêutico comprovado cientificamente.

O Instituto de Pesquisa de Comunicação Animal descobriu que todos os gatos analisados tinham vibrações de ronrono dentro da faixa medicamente terapêutica (20-140 Hertz), a mesma frequência com que os músculos e os ossos são capazes de se recuperar melhor. Então gatos podem ter auto-cura.
E ronrono também está numa frequência que é boa para os seres humanos.

Isso significa que o ronrono do gato ajuda os músculos e ossos das pessoas a se recuperarem.

Além disso pode aliviar dores.

Se animou?
Então, pode estar na hora de adotar um gatinho...

Pense nisso!

Fonte: Site Sonoticiaboa
Enviado por: Arthur Avelino


BRASILEIRO FAZ SUCESSO EXIBINDO AMIZADE INCOMUM DE SEU CÃO, HAMSTER E OITO PÁSSAROS

O cão Bob está ganhando seguidores nas redes sociais. Ele se tornou amigo de um hamster e oito pássaros.

O golden retriver vive em São Paulo junto dos outros bichinhos.

Os animais de estimação começaram a ser fotografados por seu dono no dia a dia, chamando atenção dos internautas.

A amizade e harmonia parecem que prevalecem neste lar!

Fonte: Portal R7
Enviado por: Maria Regina


TALENTOSOS: OLGA DUDAREVA E SEU PIT BULL

 

Enviado por: Maria Regina


CÃES REJEITAM PESSOAS QUE SÃO HOSTIS COM SEUS TUTORES

Os cães não gostam de pessoas que são desagradáveis com os seus tutores e rejeitam até mesmo comida se ela é oferecida por tais pessoas, de acordo com um estudo japonês.

Os cães seriam, portanto, capazes de julgar uma pessoa com base em seu comportamento na sociedade.

“Descobrimos pela primeira vez que um cão pode avaliar a sociabilidade de um indivíduo, independentemente de seu interesse direto”, explicou à AFP Kazuo Fujita, um professor de psicologia da Universidade de Kyoto e diretor do estudo.

Esta conclusão é apoiada por uma série de experimentos com um total de 54 cães divididos em três grupos.

O primeiro grupo recebeu a sua comida das mãos de uma pessoa que, na frente deles, se negava a ajudar o seu tutor a abrir a lata de comida. Estes cães tinham ao mesmo tempo a possibilidade de escolher a comida servida por uma pessoa “neutra”, desconhecida dos animais e que não demonstrava qualquer sentimento.

Os cães do segundo grupo podiam escolher entre um comedouro servido por uma pessoa que ajudou seu tutor a abrir a lata e outro de uma pessoa neutra.

Finalmente, os cães do terceiro grupo (chamado de “controle”) podiam escolher entre duas pessoas que não tiveram nenhuma interação com seus tutores.

Os testes foram repetidos quatro vezes em cada conjunto.

No primeiro caso, apenas um cachorro escolheu o pote da pessoa que não colaborou com seu proprietário.

Nos outros dois grupos, os animais não apresentaram rejeição ou preferência pela pessoas que os alimentavam.

Se os cães agissem apenas por interesse, não teria havido nenhuma diferença entre os grupos, disse o professor Fujita, observando que os cães partilham com os seres humanos a capacidade de agir de forma independente de seu interesse pessoal.

O estudo foi publicado, em Amsterdã, pela Elsevier, na revista científica “Animal Behaviour”.

Fonte: Estado de Minas
Enviado por: Maria Regina

PROTEJA SEU BICHO DO FRIO

Basta fazer um friozinho e já surge aquele desejo de aconchego, um cobertor, uma comidinha quente, um programa caseiro. Isso também vale para os animais.

"Todos os animais sentem frio e têm que manter a temperatura corporal. Alguns sofrem menos, mas todos sentem", diz Christiane Perine Bidin, veterinária da Clínica Sepetiba e da Cobasi.

Claro que raças como são bernardo ou husky suportam melhor as baixas temperaturas, mas eles não nasceram puxando trenó e sim aqui no Brasil. Então, todos precisam de proteção.

Cuidado redobrado com animais de pelo curto, tosados, de pequeno porte e filhotes, que ainda não têm o sistema imunológico pronto. Os idosos também precisam de atenção, porque já não têm a mesma capa de gordura e massa muscular que os protegiam.

Tá com frio?

Fique atento aos sinais. Cachorro enroladinho pode ser indicativo de que está com frio.

A gripe dos cachorros se chama traqueobronquite canina ou tosse dos canis e o principal sintoma é uma tosse seca, como se estivesse engasgado. Se não cuidada, pode evoluir para bronquite ou pneumonia. Por isso, cães que ficam muito expostos ao frio devem tomar vacina de gripe. Consulte o veterinário.

Doenças ósseas ou problemas respiratórios podem ser agravados ou doer com a mudança de temperatura. Fique atento.

Dicas para proteger seu amigo de quatro patas

- Os pets podem tomar banho no inverno, desde que seja usada água morna e que fiquem bem secos, conforme aconselha a veterinária Amanda Carvalho.

- Quando o banho for dado em casa, é melhor dar preferência para o período mais quente do dia – e em dias de sol mais intenso – para complementar a secagem. A frequência deve ser menor no inverno. Filhotes e animais mais velhos precisam de atenção redobrada.

- Os filhotes ainda não têm todo o sistema de defesa do organismo desenvolvido. No caso dos idosos, o organismo já não funciona tão bem.

Proteja seu bicho de estimação do frio no inverno - Veterinários dão dicas de como evitar que seu pet sofra com as baixas temperaturas:

- Para aquecer seu bicho de estimação, se as temperaturas baixarem muito, as roupinhas normalmente resolvem. O banho de sol também ajuda a mantê-los aquecidos, explica Amanda.

- Tanto para animais que dormem fora de casa quanto para os que repousam dentro, é recomendado o uso de cobertas que possam mantê-los quentes.

Fonte: Pesquisa em diversos Sites
Enviado por: Maria Regina


SANDRA & LIZZY - A BAILARINA E O CÃO

Sandra Roth, juntamente com o cão Lizzy formam um dueto cheio de harmonia e originalidade.

Fonte: Youtube
Enviado por: Yna Beta


UM ENCANTADOR DE BICHOS QUE LEVA A PROFISSÃO NO NOME

RIO — Um dia, quando Tony era bem criança, foi com a mãe visitar a madrinha que morava longe. Na casa ao lado, viviam 12 cachorros bravos, que eram o terror da vizinhança, e as duas — mãe e madrinha — fizeram todas as recomendações possíveis ao menino: “tenha cuidado”, “mantenha distância”, “não saia de perto da gente”. Pelo meio da tarde, porém, entediado com a conversa e aproveitando um minuto de distração das duas, para onde Tony correu? Para a casa dos cachorros, naturalmente. E foi lá que mãe e madrinha, aos prantos, apavoradas com o seu sumiço, foram encontrá-lo, no auge da felicidade, brincando com os cães ferozes.
— Essa é a minha primeira lembrança da vida com bichos — diz Antônio Pires Gonçalves.

Ao longo dos seus 48 anos, ele viria a colecionar muitas outras; afinal, para a maior parte das pessoas que o conhece, ele não é nem Tony, nem Antônio, mas Tony Resgate de Animais, numa mistura entre nome próprio e descrição do serviço que presta. Por suas mãos já passaram gaviões, macacos, coelhos, galos e galinhas, gambás, jibóias, corujas, morcegos, um porco, passarinhos diversos e incontáveis gatos e cachorros de todos os tipos.

Alguns resgates foram épicos, como o do macaco-prego que levou um choque, caiu numa vila na Rua São Clemente, em Botafogo, e, muito assustado e traumatizado, não deixava ninguém chegar perto. Ou o do gatinho que alguém jogou na linha do metrô — embora, nesse caso, a dificuldade não tenha sido o bicho, mas o guarda, que se recusava a parar a circulação dos trens pelos cinco minutos necessários à captura.

— Na maioria dos casos, tenho mais problemas com as pessoas do que com os bichos — confessa Tony. — As pessoas ficam tensas, assustam os animais e acabam atrapalhando. Ou então simplesmente não aceitam que se faça alguma coisa pelos animais: essas são aquelas que interrompem feirinhas de adoção para perguntar por que não nos dedicamos às crianças carentes. Por incrível que pareça, isso ainda existe.

Tony é uma espécie de encantador de bichos, mago com uma pegada Crocodilo Dundee urbana. Ele tem uma comunicação instantânea com os animais que ninguém entende como acontece. Sabe buscá-los onde quer que estejam, em cima de árvores, debaixo de caminhões, enfiados em tocas ou nos lugares mais improváveis.

SEM ROTINA DE TRABALHO
Pergunto como é um dia típico na sua vida, e ele ri. Não há dias típicos no seu trabalho. Ele é chamado a qualquer hora, sem distinção de dia santo ou feriado. Às vezes, não há nenhum animal esperando resgate; às vezes, há mais de 50. Às vezes, o trabalho é remunerado, às vezes voluntário. Às vezes, pessoas o chamam. Às vezes bichos aparecem do nada, como que pedindo socorro. A emergência pode estar ao lado de casa ou a quilômetros de distância: ele perdeu a conta de quantos animais resgatou em Petrópolis, Teresópolis, Xerém. Aos domingos descansa, promovendo uma feirinha de adoção em Botafogo, na saída do metrô da Rua Nelson Mandela.

Fora das emergências, é convocado principalmente para capturar gatos de colônias de rua para que sejam castrados e depois devolvidos ao seu habitat, em ações que as ONGs de proteção definem como CER (captura, esterilização e retorno). É tão bom nessa função que vem sendo chamado por empresas e ONGs de outros estados brasileiros.

— As pessoas estão começando a compreender a inutilidade de se recolher animais de rua a abrigos — explica. — Eles tendem a virar depósitos de bichos, são ambientes ideais para epidemias e nem ao menos levam à diminuição da quantidade de animais soltos.

Tony levou bastante tempo até descobrir que resgatar animais podia ser uma profissão. Seu sonho inicial era ser veterinário, mas não teve apoio da mãe, que achava que ele ia sofrer muito ao ver bichos doentes. Optou, então, por uma carreira sem tantos riscos emocionais: formou-se em administração, fez pós-graduação em informática, trabalhou em banco e em operadora de telefonia. Um dia, porém, se cansou da vida burocrática. Estava namorando a filha de uma moradora do Parque Alegria, no Caju, e soube de um vizinho que tinha uma loja para alugar. Foi lá, fechou contrato, abriu uma locadora e foi muito feliz até ter a ideia de abrir uma pet shop. Faliu.

— O tempo que passei na comunidade foi interessante, me deu a oportunidade de entender melhor o Brasil — conta. — Percebi o poder que alguém com um mínimo de escolaridade pode exercer num mundo sem instrução, porque virei referência. Eu era só o dono da locadora, mas era ao mesmo tempo psicólogo, conselheiro matrimonial, professor. Qualquer problema que aparecia, a solução era: “Vai no Tony!” Também percebi como a realidade da comunidade chega distorcida ao asfalto.

Foi um amigo veterinário, com quem conversava sobre a sua relutância em voltar ao mercado de trabalho convencional, que deu a sugestão: por que ele não transformava em profissão o seu talento natural com os bichos? Uma cliente havia acabado de ligar pedindo ajuda para capturar uma gata que devia ser castrada.

— Ele pegou o telefone, ligou para a cliente, falou de mim, fixou o preço. Desligou, me deu o endereço, e lá fui eu. A gata estava muito estressada. Cheguei perto, falei com ela, abri a caixa de transporte e pronto, ela entrou com a maior tranquilidade. A cliente do meu amigo ficou contente e me pagou direitinho. E eu fiquei perplexo. Ela estava me pagando por uma coisa que, até então, eu fazia de graça! — lembra.

CONVITE PARA REALITY RECUSADO
O resto, como dizem, é história. Hoje, passados cinco anos, Tony é dono do mercado que ele mesmo criou, até porque não há mais ninguém fazendo o que ele faz. Cobra R$ 60 por animal resgatado, independentemente das condições do resgate, mas não tem ideia de quanto ganha por mês; desconfia que não é muito, porque mora longe e o carro que usa é emprestado.

Já foi sondado por uma emissora a cabo para um reality show nos moldes dos programas do canal Animal Planet, mas, na época, não ficou tentado. Achou que seria monótono: ao contrário do que as pessoas imaginam, resgatar animais não é ação contínua e intensa, mas paciência e calma, gestos lentos. Para o futuro, sonha ter dinheiro bastante para comprar um terreno e fazer não um abrigo, mas uma espécie de casa de passagem, onde possam ficar os animais que esperam adoção.

Ele tem medo de algum animal?

— Claro que tenho: do homem.

Fonte: Jornal Extra
Autora: Cora Rónai


VENTRÍLOQUO NOTA 10!

 
Enviado por: Maria Regina / Adelma


EMOCIONE-SE!!!

Vejam o nascimento de um camelo neste vídeo de 10 minutos.
A mãe não quer amamentar o seu bebê.
Os proprietários então aplicam a terapia da música e a mãe chega a derramar lagrimas quando começa a amamentá-lo....

Muito emocionante!!

 

Enviado por: Oscar Moreira


AMIGOS INSEPARÁVEIS

 

Enviado por: Maria Regina


IMPRESSORA 3D PODE ACABAR COM TESTES EM ANIMAIS

Os polêmicos testes em animais podem estar com os dias contados.

A startup de biotecnologia BioBots apresentou uma nova impressora 3D que recria tecido vivo e órgãos humanos em miniatura.

Atualmente, a técnica está sendo usada em testes de medicamentos e tem apresentado melhor desempenho que nos animais, de acordo com os desenvolvedores.

Em vez de plástico, a impressora 3D da BioBots usa uma tinta especial que pode ser combinada com biomateriais e células vivas para construir tecido vivo.

A tinta conta com um composto foto-inicializador que, quando ativado pela luz azul emitida pela impressora, consegue recuperar estruturas biomateriais.

O dispositivo foi demonstrado no palco do TechCrunch Disrupt NY, onde imprimiu uma réplica da orelha de Van Gogh.

Apesar de conseguir reproduzir órgãos inteiros, a aplicação não visa a transplantes ou reposição, pelo menos por enquanto. A ideia no curto prazo é ajudar a fomentar terapias personalizadas para tratamento de doenças.

“Podemos tirar células diretamente do paciente e construir tecidos 3D especificamente para esse paciente, e testar diferentes tratamentos, rotinas diferentes de medicamentos e de terapia individualizada para a doença específica do paciente”, explicou Danny Cabrera, um dos fundadores da BioBots.

A biofabricação, como é chamado o processo de construção artificial de tecidos vivos, não foi inventada agora.

A tecnologia existe há mais de dez anos, mas as impressoras existentes até agora ocupam salas inteiras e são muito caras, com preços entre US$ 100 mil e US$ 500 mil (valores entre R$ 300 mil e R$ 1,5 milhão, pela cotação atual da moeda americana).

O que o dispositivo da BioBots fez foi tornar tudo mais barato.

Os primeiros modelos começarão a ser vendidos nos próximos meses, por US$ 5 mil (cerca de R$ 15 mil). A quantia, porém, é para os pesquisadores que estão ajudando no desenvolvimento da impressora.

O preço para o grande público não foi anunciado, mas Cabrera afirma que o aparelho já está pronto para ser empregado na indústria farmacêutica.

O primeiro kit de tinta, por sua vez, foi lançado em versão beta com preço de US$ 700 (cerca de R$ 2,1 mil).


TESTAMENTO DE UM CÃO

Minhas posses materiais são poucas e deixo tudo para você.

Deixo para você uma coleira mastigada numa das extremidades em que faltam dois botões, uma desajeitada cama de cachorro e uma vasilha de água que está rachada na borda.
Deixo para você a metade de uma bola de borracha, uma boneca rasgada que você vai encontrar debaixo da geladeira, um ratinho de borracha sem apito que está debaixo do fogão da cozinha e uma porção de ossos enterrados no canteiro de rosas e sob o assoalho da minha casinha.

Além disso, deixo para você as lembranças que, aliás, são muitas.
Deixo para você a memória de dois enormes e meigos olhos marrons, de uma caudinha curta e espetada, de um nariz bem molhado e de algumas choradeiras atrás da porta.
Deixo para você uma mancha no tapete da sala de estar, bem do lado da janela, de quando, nas tardes de inverno, eu me apropriava do lugar e me enrolava feito uma bolinha para pegar um pouco de sol.

Deixo para você um tapete meio esfarrapado em frente da tua cadeira preferida que nunca foi consertado com o tipo de linha certo. É verdade, eu o mastiguei todinho quando ainda tinha cinco meses de idade, lembra?

Deixo para você um esconderijo que fiz no jardim embaixo dos arbustos perto da varanda da frente, onde eu encontrava abrigo nos dias de verão. Ele deve estar cheio de folhas agora e, por isso talvez, você tenha dificuldade em encontrá-lo. Sinto muito!

Deixo só para você, o barulho que eu fazia ao sair correndo sobre as folhas de outono quando passeávamos pelo bosque.

Deixo também só para você, a lembrança de momentos matinais, quando caminhávamos juntos à margem do riacho e você me dava biscoitos de baunilha.

Recordo-me das tuas risadas, quando não consegui alcançar um coelho impertinente.

Deixo-lhe como herança minha devoção, minha simpatia, meu apoio em tempos que as coisas não iam bem, meus latidos nos momentos que você levantava a voz aborrecido e a minha frustração por você ter ralhado comigo.

Eu nunca fui à igreja e nunca escutei um sermão. No entanto, mesmo sem haver falado sequer uma palavra em toda a minha vida, deixo para você o exemplo de paciência, amor e compreensão.

Autor não mencionado
Enviado por: Maria Regina


MATAR CÃO OU GATO DARÁ 3 ANOS DE CADEIA

A violência e o abandono de cães e gatos estão prestes a serem criminalizados no Brasil.
Matar cachorro ou gato, promover luta entre cães, ou expor a perigo de vida esses animais poderá dar longos anos de cadeia.

A morte dos bichinhos poderá render ao condenado de 1 a 3 anos de detenção.

Mas pode aumentar para entre 8 e 10 anos na hipótese da morte ter sido cometida com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastamento, tortura ou outro meio cruel.
Haverá pena também para quem abandonar cães e gatos: de 3 meses a 1 ano.

Atualmente, a legislação pune com detenção de 3 meses a 1 ano quem comete maus-tratos, fere, ou mutila qualquer tipo de animal.

O projeto de lei do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP) que altera as penalidades dos crimes foi aprovado pelo plenário da Câmara nesta quarta-feira (29).

A matéria passou na forma de emenda substitutiva do deputado Lincoln Portela (PR-MG),  
Todos os partidos orientaram seus deputados a votar pela aprovação da proposta. Para virar lei, o projeto terá de ser votado no Senado.

Para Ricardo Tripoli, autor do projeto, cães e gatos estão inseridos no convívio humano e por isso são de responsabilidade da sociedade.

“São seres indefesos, dependentes do homem, posto que não mais se inserem nos ecossistemas, no meio ambiente natural. Tal condição impõe ao homem o dever de tutelá-los e protegê-los”, afirma o deputado.

Para virar lei, a proposta tem que ser aprovada pelo Senado.

(Opinião SóNotíciaBoa)

A lei é bem vinda, mas deveria ser mais abrangente.
Por que não punir também quem maltrata animais como cavalos, bois, elefantes, entre outros tantos?
Por que priorizar apenas cães e gatos?
Ainda há tempo de mexer nessa lei, senhores senadores, e incluir outros animais que também merecem respeito e carinho humano.
Pensem nisso!

Fonte: sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6776


GATO ENFERMEIRO CUIDA DE OUTROS ANIMAIS DOENTES

Normalmente gatos são ariscos, mas Rademenes é diferente.
Ele é tão carinhoso com outros animais de uma clínica que até parece um enfermeiro.
Rademenes é um gato especial. Ele escapou da morte depois que foi resgatado pelo centro veterinário de Bydgoszcz, na Polônia.
O bichano foi tratado de uma infecção respiratória e depois que se recuperou não foi mais embora.

Hoje ele mostra sua gratidão e retribui o carinho que recebeu fazendo o mesmo com os outros animais que chegam ao local.

Ramedenes os afaga, massageia e até dá banho de língua nos animais que se recuperam de ferimentos e operações.
Com tanta sensibilidade e amor, o bichano se tornou atração local.

Apesar de ser um gato preto, pessoas começaram a visitá-lo no centro por considerarem que ele dá sorte!

Fonte: sonoticiaboa.band.uol.com.br/noticia.php?i=6698

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